1 de out. de 2011
3 de set. de 2011
Carta Pessoal ( aulas 3 e 4)
Escola de E.F.M. Estado do Paraná
Disciplina: Língua Portuguesa
Série: 7º A e B Fortaleza/Ce
O que o aluno poderá aprender com esta aula:
- Usar a linguagem formal e informal.
- Escrever uma carta pessoal de acordo com as características do gênero.
- Expressar idéias e sentimentos.
Duração da aula: duas aulas de 50 minutos cada.
Recursos: -laptop(editor de texto), vídeo, data show, pendraw.
Estratégias
Disciplina: Língua Portuguesa
Série: 7º A e B Fortaleza/Ce
O que o aluno poderá aprender com esta aula:
- Usar a linguagem formal e informal.
- Escrever uma carta pessoal de acordo com as características do gênero.
- Expressar idéias e sentimentos.
Duração da aula: duas aulas de 50 minutos cada.
Recursos: -laptop(editor de texto), vídeo, data show, pendraw.
Estratégias
- Conversar com a turma sobre as características da carta pessoal.Destacar no quadro tais características.
- Assistir e comentar o vídeo: A carta, de Renato Russo e Erasmos Carlos. (http://www.youtube.com/watch?v=0GWBHiMss7M&feature=related) - Propor que os alunos escrevam um carta pessoal no editor de texto Kword. Socializar com a turma.
- Confeccionar um mural com as cartas.
Avaliação: Observar o desempenho dos alunos quanto a utilização do editor de texto e produção da carta de acordo com as características do gênero textual.
- Assistir e comentar o vídeo: A carta, de Renato Russo e Erasmos Carlos. (http://www.youtube.com/watch?v=0GWBHiMss7M&feature=related) - Propor que os alunos escrevam um carta pessoal no editor de texto Kword. Socializar com a turma.
- Confeccionar um mural com as cartas.
Avaliação: Observar o desempenho dos alunos quanto a utilização do editor de texto e produção da carta de acordo com as características do gênero textual.
Ilustração de um poema (aula 2)
Escola de E.F.M. Estado do Paraná
Disciplina: Língua Portuguesa/Arte
Série: 7º A e B Fortaleza/Ce
O que o aluno poderá aprender com esta aula: - Utilizar o kword e kolour paint.
- Interagir com os colegas.
- Produzir desenhos a partir de um poena "Natureza".
Duração da aulas: uma aula de 50 minutos cada.
Recursos:
-laptop, editor de texto,kolour paint.
Estratégias - Entregar para cada aluno o poema. Fazer a leitura(em grupo).
- No editor de texto digitar o poema.
- Salvar o arquivo na pasta LP.
- Criar desenhos- koluor paint(metasy/aplicativos/ferramentasde pintura:kolour paint). Selecionar, copiar e colar no editor de texto cada desenho criado ao lado de cada estrofe.Salvar.
- Socializar a atividade.
Avaliação: O aluno será avaliado através da participação, do envolvimento e da criatividade na realização da atividade proposta.
Disciplina: Língua Portuguesa/Arte
Série: 7º A e B Fortaleza/Ce
O que o aluno poderá aprender com esta aula: - Utilizar o kword e kolour paint.
- Interagir com os colegas.
- Produzir desenhos a partir de um poena "Natureza".
Duração da aulas: uma aula de 50 minutos cada.
Recursos:
-laptop, editor de texto,kolour paint.
Estratégias - Entregar para cada aluno o poema. Fazer a leitura(em grupo).
- No editor de texto digitar o poema.
- Salvar o arquivo na pasta LP.
- Criar desenhos- koluor paint(metasy/aplicativos/ferramentasde pintura:kolour paint). Selecionar, copiar e colar no editor de texto cada desenho criado ao lado de cada estrofe.Salvar.
- Socializar a atividade.
Avaliação: O aluno será avaliado através da participação, do envolvimento e da criatividade na realização da atividade proposta.
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7ª A |
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7º B |
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7º B |
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7º B |
Dinâmica de Apresentação (aula 1)
Escola de E.F.M. Estado do Paraná
Disciplina: Língua Portuguesa
Série: 7º A e B A Fortaleza/Ce
O que o aluno poderá aprender com esta aula:
- utilização dos aplicativos câmera digital e editor de texto (Kword).
- Vivência do gênero textual "entrevista".
- Interação com os colegas.
Duração da aula: duas aulas de 50 minutos cada.
Recursos:
-laptop, editor de texto, câmera digital.
Estratégias
Disciplina: Língua Portuguesa
Série: 7º A e B A Fortaleza/Ce
O que o aluno poderá aprender com esta aula:
- utilização dos aplicativos câmera digital e editor de texto (Kword).
- Vivência do gênero textual "entrevista".
- Interação com os colegas.
Duração da aula: duas aulas de 50 minutos cada.
Recursos:
-laptop, editor de texto, câmera digital.
Estratégias
- Nos 15 primeiros minutos os alunos irão familiarizar-se com o laptop.
- Conversar com a turma sobre o uso adequado dessa nova ferramenta em sala de aula.
- Dividir a turma em duplas.
- Com a câmera digital que se encontra na área de trabalho do laptop, tirar uma foto do colega. A imagem ficará disponível no visualizador de imagens.
- Abrir o editor de texto (Kword) e colar a foto do colega. Para inserir a foto vá ao menu: inserir/figura/clique na foto/ok.
- Escrever as questões da entrevista e solicitar que o colega responda. Salvar.
- Socializar a atividade realizada com a turma.
Avaliação: Observar a utilização adequada do laptop e a produção da entrevista de acordo com as características do gênero.
- Conversar com a turma sobre o uso adequado dessa nova ferramenta em sala de aula.
- Dividir a turma em duplas.
- Com a câmera digital que se encontra na área de trabalho do laptop, tirar uma foto do colega. A imagem ficará disponível no visualizador de imagens.
- Abrir o editor de texto (Kword) e colar a foto do colega. Para inserir a foto vá ao menu: inserir/figura/clique na foto/ok.
- Escrever as questões da entrevista e solicitar que o colega responda. Salvar.
- Socializar a atividade realizada com a turma.
Avaliação: Observar a utilização adequada do laptop e a produção da entrevista de acordo com as características do gênero.
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Alunos do 7º A |
31 de jul. de 2011
20 de jul. de 2011
DIA DO AMIGO
Amigo é um Anjo que está sempre ao nosso lado mesmo que na distância.
A todos vocês que visitaram este blog, que buscaram aqui algo que procuravam ou simplesmente visitaram sem objetivo determinado, considerem-se homenageados neste DIA DO AMIGO.
Seja um anjo para alguém!
A todos vocês que visitaram este blog, que buscaram aqui algo que procuravam ou simplesmente visitaram sem objetivo determinado, considerem-se homenageados neste DIA DO AMIGO.
Seja um anjo para alguém!
29 de jun. de 2011
27 de jun. de 2011
FESTA JUNINA
Uma festa
Uma alegria contagiante no ar
As luzes coloridas, a brilhar
Uma música da moda a tocar
Todos animados, a dançar
Pelo jeito ninguém quer parar
Esse momento mágico, querem aproveitar
Ruim é saber que isso uma hora vai acabar
A magia vai cessar
A música vai se calar
A luz vai desligar
O sol vai raiar
Um dia normal vai começar!
Clarice PachecoUma alegria contagiante no ar
As luzes coloridas, a brilhar
Uma música da moda a tocar
Todos animados, a dançar
Pelo jeito ninguém quer parar
Esse momento mágico, querem aproveitar
Ruim é saber que isso uma hora vai acabar
A magia vai cessar
A música vai se calar
A luz vai desligar
O sol vai raiar
Um dia normal vai começar!
GINCANA DOS NAMORADOS
13/06/2011
Casais inscritos: 06
Casais participantes:03 ( Michele Fayver e Queiroz; Taydson e Larisse Santos; Deivid dark e Pâmela Batista)
TAREFAS
01. Apresentar uma dança que ressalte o amor entre o casal(10 pontos)
02. Interpretar uma música que fale de amor(10 pontos)
03. Recitar versos de amor com fundo musical(10 pontos)
TAREFAS SURPRESA
01. Narrar momentos da história do casal, utilizando 03 objetos que, de improviso, serão apresentados durante a narrativa (10 pontos)
02. O casal separadamente responderão 05 perguntas sobre o outro. Pontuarão quem coincidirem com a resposta(10 pontos)
Casal vencedor: Taydson e Larisse Santos
Prêmio: Cesta de chocolate
PARABÉNS A TODOS OS CASAIS E A PROFESSORA MARA!
18 de jun. de 2011
Entrevista com Rubens Alves
Ótimo material para reflexão: "entrevista com professor e psicanalista Rubem Alves para o Jogo de Idéias, programa de TV do Itaú Cultural com convidados da música, da literatura, do teatro, da educação, entre outras áreas".
11 de jun. de 2011
Leitura e Interpretação de Texto
TEXTO I
MAR PORTUGUÊS
Ó Mar salgado, quanto do teu sal são
lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães
choraram!
Quantos filhos em vão rezaram!
5 Quantas noivas ficaram por casarpara
que tu fosses nosso, ó mar!
Valeu a pena? Tudo vale a pena se a
alma não é pequena.
Quem quer passar além do Bojador
10 tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
mas nele é que espelhou o céu!
(Fernando Pessoa, in Mensagem)
1) Segundo o poeta, o sofrimento do povo ocorreu:
a) apesar das conquistas portuguesas
b) em virtude das conquistas portuguesas
c) para as conquistas portuguesas
d) antes das conquistas portuguesas
e) após as conquistas portuguesas
a) apesar das conquistas portuguesas
b) em virtude das conquistas portuguesas
c) para as conquistas portuguesas
d) antes das conquistas portuguesas
e) após as conquistas portuguesas
2) A metáfora existente nos dois primeiros versos do poema estabelece:
a) a força moral de Portugal
b) a incoerência do sofrimento diante das conquistas
c) a importância do sofrimento para que o povo deixe de sofrer
d) a profunda união entre as conquistas e o sofrimento do povo
e) a inutilidade das conquistas portuguesas
a) a força moral de Portugal
b) a incoerência do sofrimento diante das conquistas
c) a importância do sofrimento para que o povo deixe de sofrer
d) a profunda união entre as conquistas e o sofrimento do povo
e) a inutilidade das conquistas portuguesas
3) Além da metáfora, os dois primeiros versos contêm:
a) prosopopéia, epíteto de natureza, eufemismo
b) antítese, pleonasmo, eufemismo
c) apóstrofe, epíteto de natureza, metonímia
d) prosopopéia, pleonasmo, antítese
e) apóstrofe, hipérbole, sinestesia
a) prosopopéia, epíteto de natureza, eufemismo
b) antítese, pleonasmo, eufemismo
c) apóstrofe, epíteto de natureza, metonímia
d) prosopopéia, pleonasmo, antítese
e) apóstrofe, hipérbole, sinestesia
4) “Quantos filhos em vão rezaram!” Com este verso, entendemos que:
a) o sofrimento do povo foi inútil.
b) o povo português da época era muito religioso.
c) muita gente perdeu entes queridos por causa das conquistas portuguesas.
d) a força da fé contribuiu efetivamente para as conquistas do país.
e) a religiosidade do povo português era inútil.
a) o sofrimento do povo foi inútil.
b) o povo português da época era muito religioso.
c) muita gente perdeu entes queridos por causa das conquistas portuguesas.
d) a força da fé contribuiu efetivamente para as conquistas do país.
e) a religiosidade do povo português era inútil.
5) As palavras que melhor definem o povo português, de acordo com as
idéias contidas no texto, são:
a) fé e competência
b) inteligência e maturidade
c) orgulho e religiosidade
d) perseverança e ambição
e) grandeza e tenacidade
idéias contidas no texto, são:
a) fé e competência
b) inteligência e maturidade
c) orgulho e religiosidade
d) perseverança e ambição
e) grandeza e tenacidade
6) Segundo o texto, para se ir sempre adiante é necessário:
a) crer no destino
b) aceitar a dor
c) viver com alegria
d) vencer o sofrimento
e) objetivar sempre o progresso
a) crer no destino
b) aceitar a dor
c) viver com alegria
d) vencer o sofrimento
e) objetivar sempre o progresso
7) Por um processo anafórico, a palavra nele (/. 12) tem como referente no
texto:
a) Mar (/. 1)
b) Deus (/.11)
c) perigo (/.11)
d) abismo (/.11)
e) céu (/.12)
texto:
a) Mar (/. 1)
b) Deus (/.11)
c) perigo (/.11)
d) abismo (/.11)
e) céu (/.12)
TEXTO II
Vale recordar que foi nesse século (o XVIII) que apareceram e se generalizaram em certas regiões do Brasil as famosas “tropas de muares” que, daí por diante, até o fim do século XIX e mesmo nos anos transcorridos do séc. XX, dividiram com os carros de bois as tarefas dos transportes por terra no interior do Brasil. Nos caminhos rudimentares que então possuíamos, transformados em lamaçais na estação das chuvas e no verão reduzidos a ásperas trilhas, quase intransitáveis, foram os carros de bois e as tropas os únicos meios e ligação dos núcleos de povoamento entre si e entre eles e as roças e lavouras. De outra forma não se venceriam os obstáculos naturais. (B. J. de Souza, in Ciclo)
8) Segundo o texto, os carros de bois:
a) transportavam sozinhos pessoas e mercadorias no interior do Brasil.
b) surgiram no século XVIII, juntamente com as tropas de muares.
c) sucederam as tropas de muares no transporte de pessoas e mercadorias.
d) só transportavam mercadorias.
e) eram úteis, como as tropas de muares, por causa do estado ruim dos terrenos.
a) transportavam sozinhos pessoas e mercadorias no interior do Brasil.
b) surgiram no século XVIII, juntamente com as tropas de muares.
c) sucederam as tropas de muares no transporte de pessoas e mercadorias.
d) só transportavam mercadorias.
e) eram úteis, como as tropas de muares, por causa do estado ruim dos terrenos.
9) A estação das chuvas e o verão:
a) contribuíram para o desaparecimento dos carros de bois a partir do século XX.
b) não tiveram influência no uso das tropas de muares, pois os caminhos eram rudimentares.
c) foram fator determinante para o progresso do interior do Brasil.
d) contribuíram para a necessidade do uso de tropas de muares e de carros de bois.
e) impediam a comunicação dos núcleos de povoamento entre si.
a) contribuíram para o desaparecimento dos carros de bois a partir do século XX.
b) não tiveram influência no uso das tropas de muares, pois os caminhos eram rudimentares.
c) foram fator determinante para o progresso do interior do Brasil.
d) contribuíram para a necessidade do uso de tropas de muares e de carros de bois.
e) impediam a comunicação dos núcleos de povoamento entre si.
10) Os obstáculos naturais só foram vencidos:
a) por causa do clima
b) por causa da força do povo
c) porque nem sempre os caminhos se tornavam lamaçais
d) porque os núcleos de povoamento continuavam ligados às roças e às lavouras
e) por causa da utilização das tropas de muares e dos carros de bois
a) por causa do clima
b) por causa da força do povo
c) porque nem sempre os caminhos se tornavam lamaçais
d) porque os núcleos de povoamento continuavam ligados às roças e às lavouras
e) por causa da utilização das tropas de muares e dos carros de bois
11) As tropas de muares só não podem ser entendidas como tropas:
a) de cavalos
b) de mulos
c) de burros
d) de mus
e) de bestas
a) de cavalos
b) de mulos
c) de burros
d) de mus
e) de bestas
12) O transporte de que fala o texto só não deve ter sido, na época:
a) lento e penoso
b) difícil, mas necessário
c) duro e nostálgico
d) vagaroso e paciente
e) pachorrento, mas útil
a) lento e penoso
b) difícil, mas necessário
c) duro e nostálgico
d) vagaroso e paciente
e) pachorrento, mas útil
TEXTO III
O liberalismo é uma teoria política e econômica que exprime os anseios da burguesia. Surge em oposição ao absolutismo dos reis e à teoria econômica do mercantilismo, defendendo os direitos da iniciativa privada e restringindo o mais possível as atribuições do Estado. Locke foi o primeiro teórico liberal. Presenciou na Inglaterra as lutas pela deposição dos Stuarts, tendo se refugiado na Holanda por questões políticas. De lá regressa quando, vitoriosa a Revolução de 1688, Guilherme de Orange é chamado para consolidar a nova monarquia parlamentar inglesa. (Maria Lúcia de Arruda Aranha, in História da Educação)
13) Segundo o texto, Locke:
a) participou da deposição dos Stuarts.
b) tinha respeito pelo absolutismo.
c) teve participação apenas teórica no liberalismo.
d) julgava ser necessário restringir as atribuições do Estado.
e) não sofreu qualquer tipo de perseguição política.
a) participou da deposição dos Stuarts.
b) tinha respeito pelo absolutismo.
c) teve participação apenas teórica no liberalismo.
d) julgava ser necessário restringir as atribuições do Estado.
e) não sofreu qualquer tipo de perseguição política.
14) Infere-se do texto que os burgueses seriam simpáticos:
a) ao absolutismo
b) ao liberalismo
c) às atribuições do Estado
d) à perseguição política de Locke
e) aos Stuarts
a) ao absolutismo
b) ao liberalismo
c) às atribuições do Estado
d) à perseguição política de Locke
e) aos Stuarts
15) A Revolução de 1688 foi vitoriosa porque:
a) derrubou o absolutismo.
b) implantou o liberalismo.
c) preservou os direitos de iniciativa privada.
d) baseou-se nas idéias liberais de Locke.
e) permitiu que Locke voltasse da Holanda.
a) derrubou o absolutismo.
b) implantou o liberalismo.
c) preservou os direitos de iniciativa privada.
d) baseou-se nas idéias liberais de Locke.
e) permitiu que Locke voltasse da Holanda.
16) “...que exprime os anseios da burguesia.” [l. 1/2) Das alterações feitas na passagem acima, aquela que altera substancialmente seu sentido é:
a) a qual expressa os anseios da burguesia.
b) a qual exprime os desejos da burguesia.
c) que representa os anelos da burguesia.
d) que expressa os valores da burguesia.
e) que representa as ânsias da burguesia.
a) a qual expressa os anseios da burguesia.
b) a qual exprime os desejos da burguesia.
c) que representa os anelos da burguesia.
d) que expressa os valores da burguesia.
e) que representa as ânsias da burguesia.
17) A teoria política do liberalismo se opunha:
a) a parte da burguesia
b) ao mercantilismo
c) à monarquia parlamentar
d) a Guilherme de Orange
e) ao absolutismo
a) a parte da burguesia
b) ao mercantilismo
c) à monarquia parlamentar
d) a Guilherme de Orange
e) ao absolutismo
18) Infere-se do texto que Guilherme de Orange:
a) não seria simpático aos burgueses.
b) teria ligações com os reis absolutistas.
c) teria idéias liberais.
d) não concordaria com Locke.
e) teria apoiado o exílio de Locke na Holanda.
a) não seria simpático aos burgueses.
b) teria ligações com os reis absolutistas.
c) teria idéias liberais.
d) não concordaria com Locke.
e) teria apoiado o exílio de Locke na Holanda.
1- b 2- d 3- c 4- c 5- e 6- d 7- a 8- e 9- d 10- e 11- a 12- c 13- d 14- b 15- a 16- d 17- e 18- c
http://www.analisedetextos.com.br/
http://www.analisedetextos.com.br/
9 de jun. de 2011
MEIO AMBIENTE - RESPONSABILIDADE DE TODOS
O Dia Mundial do Meio Ambiente é comemorado em 5 de junho. A data foi recomendada pela Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente, realizada em 1972, em Estocolmo, na Suécia. Por meio do decreto 86.028, de 27 de maio de 198. Atualmente, a causa ambiental está sendo o centro de muitas discussões entre órgãos públicos, iniciativa privada, organizações não governamentais e comunidades locais. Tomar atitudes individuais em prol da preservação do meio ambiente é um grande passo nessa grande luta que se estende por todo o mundo, ajudando a desenvolver a economia e a qualidade de vida das pessoas. PARTICIPE DO PROJETO DA SUA ESCOLA.
Meio Ambiente
Desde o início, tudo mudou
O meio ambiente, já se transformou,
Tapamos nossos olhos, para não ver
Tudo que está acontecendo
Não queremos perceber
Animais famintos, outros extintos
As florestas mudaramMuitas árvores derrubaram.
O povo consumista, não quer saber
A natureza pede ajuda,
Sem ninguém pra socorrer
A mata está sufocada
As pessoas ficam caladas
Fábricas, fumaças...

Dinheiro sujo, só desgraça.
Temos que agir,
O mundo vai cair
Talvez caia em cima de nós
E ninguém escutará nossa voz.
de Caroline M. Costa
Duque de Caxias - RJ - por correio eletrônico
8 de jun. de 2011
UCA ( um computador por aluno)
O Projeto Um Computador Por Aluno (UCA) tem a finalidade de promover a inclusão digital, por meio da utilização do computador (laptop) em sala de aula como ferramenta de aprendizagem. A E.E.F.M Estado do Paraná foi comtemplada com este projeto. O seu lançamento na escola será dia 15 deste mês, às 16:30.
Saiba mais sobre o projeto: www.uca-ce.blogspot.com/
AULAS EXPERIMENTAIS
Saiba mais sobre o projeto: www.uca-ce.blogspot.com/
AULAS EXPERIMENTAIS
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Turma 7º B |
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Turma 7º A |
Qual a maior palavra da Língua Portuguesa?
Qual a maior palavra da língua portuguesa?

A maior palavra da língua portuguesa possui 46 letras e ganhou registro definitivo em 2001, quando apareceu no dicionário Houaiss. Estamos falando de pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiótico. Antes, o título pertencia ao advérbio "anticonstitucionalissimamente", que tem 29 letras e descreve algo que é feito contra a constituição. O vice era "oftalmotorrinolaringologista", com 28 letras, que se refere ao especialista nas doenças dos olhos, ouvidos, nariz e garganta.
O Houaiss é o campeão de palavras na língua portuguesa, mas não traz, por exemplo, palavras da química que têm dezenas de sílabas, usadas para definir compostos. Uma delas é "tetrabromometacresolsulfonoftaleína", que tem 35 letras e indica um corante usado em reações. "Palavras como essa são muito específicas e só aparecem em glossários de terminologia química", diz o filólogo Mauro Villar, do Instituto Antônio Houaiss.
http://www.soportugues.com.br/
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